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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Quase 100% dos vôos já voltaram a operar na Europa

Quase 100% dos vôos já voltaram a operar na Europa. Os vôos estavam suspensos em cerca de 20 países do continente Europeu, por causa de uma nuvem de cinzas de um vulcão na Islândia.

Os voos acima de 20 mil pés estão liberados, com pequenas restrições em algumas áreas da Finlândia e do norte da Escócia. Voos transatlânticos voltaram ao normal, segundo a agência.


No entanto, a retomada dos mais de 95 mil voos cancelados nos últimos seis dias congestiona os aeroportos das principais capitais europeias, e a capacidade de absorver os atrasos é limitada. Em Londres, o tráfego aéreo era lentamente retomado nesta quarta-feira em Heathrow e nos demais aeroportos britânicos, mas autoridades advertiram que o ritmo normal levará tempo para ser restabelecido, após quase uma semana de paralisação.

Os aeroportos da BAA estão abertos e vão operar um número limitado de voos hoje (quarta-feira). Um retorno à normalidade vai precisar de tempo porque os aviões e tripulações estão fora de posição", advertiu o operador de vários aeroportos britânicos, incluindo Heathrow, o de maior tráfego internacional do mundo.

Após o anúncio do fim das restrições por parte do Serviço de Controle do Tráfego Aéreo Britânico (Nats), Heathrow reabriu no fim da noite de terça-feira e menos de uma hora depois pousou em uma das pistas o primeiro voo da companhia British Airways, procedente de Vancouver (Canadá).


França

Os dois principais aeroportos de Paris, Charles de Gaulle e Orly, garantiram nesta quarta-feira todos os voos intercontinentais, após seis dias de tráfego paralisado ou prejudicado pelas cinzas vulcânicas procedentes da Islândia.

De acordo com as autoridades do aeroporto Charles de Gaulle, o maior da França, 100% dos voos de longa distância e 90% dos trajetos de curta e média distância de todas as companhias operavam nesta quarta-feira.

No segundo aeroporto de Paris, Orly, 100% dos voos intercontinentais também estavam garantidos.

Nos dois terminais, a prioridade é repatriar milhares de franceses retidos no exterior.

"O problema é europeu. A Europa não reagiu muito bem. Será necessário ajustar algumas regras", afirmou nesta quarta-feira o ministro francês das Relações Exteriores, Bernard Kouchner.

Islândia

Na Islândia, cerca de 800 pessoas tiveram de deixar suas casas após a erupção do vulcão Eyjafjallajokul há uma semana. Os moradores viram seus campos virarem um deserto coberto por um pó fino dias atrás, mas agora começam a se preocupar com a possibilidade de que as erupções recentes acordem um vulcão ainda muito maior.


O vulcão continuará emitindo cinzas nos próximos dias, mas de forma reduzida, informou hoje a agência de Defesa Civil islandesa. A nuvem vulcânica é "bastante baixa" e não-visível para os radares, e não se espera que alcance uma altitude superior aos 20 mil pés (entre seis e sete quilômetros) durante os próximos dias, indicam as últimas previsões.

Nos dias de maior atividade do Eyjafjallajökull, a nuvem de cinzas superou os 11 mil metros de altitude e provocou graves transtornos no tráfego aéreo da Europa.

As nuvens de cinzas continuarão hoje ao sul e sudeste do vulcão. A mudança dos ventos para o nordeste, prevista para as próximas horas, fará com que também se produzam ao sudoeste, mas somente nas áreas próximas ao Eyjafjallajökull.

Os especialistas calculam que a força da erupção foi reduzida para 20% de sua máxima e uma quarta parte da qual chegou no sábado (17) passado. No entanto, eles ressaltaram que isso não indica necessariamente que a extinção da atividade seja imediata.

Prejuízos

As companhias aéreas perderam até agora cerca de US$ 1,7 bilhões [R$ 2,9 bilhões] devido às restrições impostas pelas autoridades aeronáuticas por causa da nuvem de cinzas gerada pela erupção vulcânica na Islândia, informou hoje Giovanni Bisignani, diretor-geral da Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata).

"Os cancelamentos de voos custaram até agora às companhias aéreas mais de US$ 1,7 bilhões e, o que é pior, a crise impactou em 29% da aviação oficial e afetou 1,2 milhão de passageiros", disse Bisignani.

Segundo ele, "a crise ofusca à do 11 de Setembro (de 2001) quando o espaço aéreo americano esteve fechado durante três dias" por causa dos atentados terroristas de então.

Bisignani disse esperar que, dessa situação, se tirasse a conclusão de que é necessário unificar o espaço aéreo europeu e que haja, além disso, o convencimento de que a aviação deve ter um lugar mais importante na agenda política internacional.

"O caos e as perdas econômicas da semana passada são um claro apelo aos líderes europeus para unificar de forma urgente o espaço aéreo europeu", ressaltou o diretor-geral da Iata.

Veja a situação em cada país:

Alemanha

Autoridades do controle aéreo alemão informaram que o espaço aéreo do país está totalmente reaberto desde às 5h de hoje (hora de Brasília). No entanto, espera-se que somente 700 voos, ou cerca da metade do número normal, aterrissem ou decolem no aeroporto de Frankfurt, o mais movimentado do país, a Fraport. A normalização das operações no país podem levar diversos dias.

Áustria

O espaço aéreo austríaco continua aberto após a permissão para retomar voos e decolagens, que entrou em vigor às 5h (0h de Brasília) da segunda-feira (19). Alguns voos com decolagem e pouso no país continuam cancelados ou sofrem atrasos.

Dinamarca

O espaço aéreo dinamarquês ficará aberto até as 6h desta quinta-feira (1h de Brasília).

Eslováquia

O espaço aéreo e os aeroportos estão abertos desde a segunda-feira (19). No entanto, a companhia Ryanair cancelou todos os voos com pouso e decolagem em Bratislava até as 11h (6h de Brasília) desta quinta-feira.

Espanha

O espaço aéreo e todos os 17 aeroportos continuam abertos.

Estônia, Letônia e Lituânia

O espaço aéreo dos três países bálticos foi reaberto na manhã de hoje. Os aeroportos de Tallinn, Riga, Vilnius e Kaunas já aceitam pousos e decolagens. Muitos voos, no entanto, foram cancelados devido às restrições em vigor em outros países europeus.

Finlândia

A autoridade de tráfego aérea finlandesa Finavia fechou o aeroporto de Helsinque nesta quarta-feira, após tê-lo reaberto poucas horas antes. A companhia aérea Finnair disse que cancelaria todos os voos domésticos e para a Europa, além das partidas de longa distância. Além de Helsinque, os aeroportos de Turku, Malmi, Lappeenranta e Mariehamn também foram fechados. A situação será reavaliada às 21h (16h em Brasília), mas espera-se que ao menos as restrições no sul do país sejam mantidas.

França

Todos os aeroportos estão abertos. Autoridades das aviação disseram que todos os voos de longa distância devem operar hoje, assim como 75% dos voos de média distância, mas alguns voos para destinos do norte da Europa ainda poderiam ser suspensos. A companhia aérea Air France / KLM disse em comunicado que sua rede estava praticamente normalizada.

Hungria

O espaço aéreo está aberto desde a manhã de ontem, quando as restrições foram suspensas. O tráfego aéreo no aeroporto de Budapeste foi normalizado, mas passageiros estão sendo advertidos a checar seus voos junto às companhias antes de ir ao aeroporto.

Noruega

O espaço aéreo norueguês deve permanecer aberto até as 14h (9h de Brasília) desta quarta-feira.

Polônia

O espaço aéreo foi reaberto nesta quarta-feira.

Reino Unido

O país reabriu seu espaço aéreo na noite de terça-feira. A British Airways informou que vai operar todos os seus voos de longa distância saindo dos aeroportos de Heathrow e Gatwick nesta quarta-feira, mas que haveria cancelamentos de voos domésticos saindo e chegando de Londres até às 12h (8h de Brasília).

República Tcheca

O espaço aéreo tcheco e todos os aeroportos continuam abertos desde a segunda-feira (19).

Sérvia e Montenegro

As autoridades de tráfego aéreo da região (Sérvia, Montenegro, partes da Bósnia e do sul do mar Adriático) informaram que a área foi novamente afetada pelas cinzas do vulcão islandês e que a decisão sobre os aeroportos será reavaliada a cada seis horas. No momento os aeroportos na Sérvia, Montenegro e Bósnia estão abertos.

Suécia

O aeroporto de Arlanda, em Estocolomo, foi fechado nesta terça-feira, com pequena possibilidade de que seja reaberto hoje. Os aeroportos em Skavsta, Stockholm-Bromma e Goteborg estão fechados, mas o espaço aéreo em Malmo, no sul, está aberto. Grande parte dos aeroportos do norte também funcionam. Voos de grande altitude são permitidos.

Suíça

Os aeroportos estão abertos. Em Zurique, cerca de 185 voos foram cancelados hoje, grande parte deles para destinos europeus. A companhia aérea Swiss informou que voos de longa distância devem voltar ao normal nesta quarta-feira.

domingo, 26 de abril de 2009

The Grove…A Grand and Groovy Place in the Country




By Paul Gilbert
Question: What do Queen Victoria, Lord Palmerston, Edward VII, Tiger Woods, Gordon Brown and the England Football team all have in common? The answer? They’ve all stayed as guests as The Grove in leafy Hertfordshire.



© The Grove

Home to the rich and famous

Royalty, world leaders, NFL superstars, premiership footballers and endless A-list celebrities from the world of entertainment, sport and culture, The Grove in leafy Hertfordshire has welcomed them all them all and it’s easy to see why. You may be just a short drive from the bright lights and hurly-burly of the capital but it feels like you’re miles from anywhere. The Grove offers all the splendour of English country house living combined with the chic, funky individuality of a boutique hotel. It’s difficult to pinpoint why but, somehow, as you walk around its plush and manicured surroundings, you just know this place has stories to tell. Every nook and every cranny offers a talking point and you get an immediate sense of its illustrious history.
Earliest records of The Grove date back to 1294 and, in it’s hey day, The Grove was a fashionable weekend retreat for the royal, rich and famous. Queen Victoria, Lord Palmerston and Edward VII are said to have been among the illustrious regulars.
Somewhere along the line, The Grove also established itself as an influential hotbed for political debate. In 1936 the house was described by The Times as 'one of the great political houses of the nineteenth century' and its political connections resound to this day. Prime Minister Gordon Brownchose The Grove to host a global summit for an international think tank of the world’s most powerful politicians, an event that boasted no fewer than 15 world leaders on its illustrious guest list.


© The Grove

Grand and groovy – interiors with a twist

The hotel’s impossible to ignore interiors are a major talking point for any guest at The Grove and represent the culmination of a six-year project undertaken by designer, Martin Hulbert.
As well as blue chandeliers purchased for a fiver from a Ferrari showroom in Milan, much of the fresh and funky artwork on view is the work of German Object Artist, Volker Kühn. Visiting an exhibition the artist was hosting at London's Plus One Plus Two Gallery, Hulbert saw Kühn’s work as a perfect fit for The Grove’s grand and groovy ethos and promptly purchased the entire collection of over 200 pieces!
Now displayed in guest rooms and corridors throughout the house, Kühn’s art provides the venue with a series of witty, fresh and sometimes irreverent artistic flourishes and an amusing and off-beat take on subjects such as love, work and marriage. Walking along a hotel corridor has never been so amusing.
As well as the Kühn collection, The Grove features many other equally striking pieces that underline this grand and groovy theme. Expect perspex boxes containing hundreds of paper butterflies and broken household objects and don’t forget to warn auntie about the naked gardener – a very entertaining video installation piece!


© The Grove

A lovingly restored landscape with contemporary twists


But the bells, bangs and whistles of The Grove’s box of magic tricks are not confined to its interior. The 9,000-year-old, 300-acre surrounding estate of beautiful parkland, lakes and woodland is equally capable of springing surprises following a loving restoration masterminded by acclaimed landscape architect, Michael Balston.
Balston used original 17th century designs to influence his vision of a 21st century garden and bring the parkland back to its original glory with the planting of some 47,500 trees! A dedicated Gardens & Estate team works tirelessly to ensure The Grove remains at its best all year round.
As well as formal gardens, outdoor sculptures, a walled garden and a sunken box garden, visitors can enjoy a magnificent five-panel aluminium water wall designed by American-born sculptor, Gregory Ryan, and showcasing his signature technique of replicating dynamic surface patterns from the natural world.
Also worth a look are Somerset-based Neil Wilkin'selegant glass sun catchers anchored in and around the ponds that are best viewed from the venue’s Glasshouse restaurant terraces and let’s not forget the venue’s daunting championship golf course!


© The Grove

A culinary jigsaw to suit all tastes and budgets

As you would imagine, food has a big role to play at The Grove. Food and drink have always been essential pleasures for guests at any country estate and The Grove continues this tradition, but often with its trademark twist. All food is selected from specialist sources and senior members of the 150-strong kitchen team are encouraged, whenever possible, to develop relationships with local suppliers. A kitchen garden is used to grow herbs, vegetables and fruit and the use of seasonal produce means that food is fresh and menus are updated on a regular basis.
Boasting three separate restaurants, each with its own distinct style, The Grove is able to offer food and surroundings for every occasion from the refined à la carte elegance and fine dining of Colette’s where guests can enjoy dishes such as slow-roast Aylesbury duck, line-caught sea bass with clams and saddle of Denham estate venison, to the chic Glasshouse that provides an opportunity to sample high-quality cuisine from all corners of the globe.
The final piece of The Grove’s culinary jigsaw is The Stables, which doubles as a clubhouse for the golfing brigade. 18th century artist, George Stubbs, was once a regular visitor to the old stables, walking regularly through the leafy Hertfordshire lanes from his home in North London to its collection of mares and stallions. The Stables, with its gastropub-style menu, less ambitious than Collete’s and less varied than The Glasshouse, is still well worth a visit even if you’re of the “golf is a good walk spoiled” school of thought, offering simple, hearty favourites such as Angus steak, slow-roast pork belly and breast of pheasant, all cooked to perfection and served in relaxed and rustic surroundings.

The Grove

Chandler's Cross
Hertfordshire, WD3 4TG
Tel: +44 (0) 1923 807807
Fax: +44 (0) 1923 221008